Serviço de Voluntariado
(art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)
  1. Voluntariado é o conjunto de ações de interesse social e comunitário realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.
  2. Não são abrangidas pela presente lei as atuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.
O serviço de voluntariado da Misericórdia de Gaia existe desde 1 julho de 1989 nos Equipamentos Sociais para Pessoas Idosas, Creche e Jardim de Infância, Casa de Acolhimento e Residências Seniores.

As ações de voluntariado enquadram-se nas atividades diárias dos equipamentos e pretende-se que contribuam para o engrandecimento da política de humanização nos serviços prestados.

O voluntariado pode ser exercido através de projetos pontuais ou através de uma actividade regular de acordo com a motivação, aptidão e talento pessoal desde que se enquadre nas atividades dos equipamentos e que se traduza de forma positiva na qualidade de vida dos clientes.

Formulário de Candidatura

Nome*
Estado Civil*
Data de Nascimento*
N.º B.I./C.C.*
Data de Emissão*



Telefone
Telemóvel*
Email*
Submeter Fotografia*


Situação Atual*
Formação Académica*


Que outra formação possui?
Experiência Profissional*


Motivação para o exercício de voluntariado* Incentivo de terceirosAjudar os outrosOcupação de tempos livresEnriquecimento pessoalValorização profissionalOutra


Área de interesse em exercer voluntariado*
Equipamento a que se candidata*
Nota explicativa:
Culto – actividades associadas ao culto religioso nos lares
Acolhimento – actividades de apoio aos idosos nos lares
Comunidade – actividades direccionadas para os utentes do Serviço de Apoio Domiciliário
Educação – actividades de apoio às crianças da Casa de Acolhimento e da Creche e Jardim de Infância


Disponibilidade (indique, por favor, o horário que pode dispor)


Segunda-feira ManhãTarde
Terça-feira ManhãTarde
Quarta-feira ManhãTarde
Quinta-feira ManhãTarde
Sexta-feira ManhãTarde
Sábado ManhãTarde
Domingo ManhãTarde


Outros dados que pretenda mencionar


Declaro que todas as informações constantes nesta Ficha de Candidatura são verdadeiras.*



Após ter tomado conhecimento das condições e regras de funcionamento do Voluntariado, solicito que seja considerada a minha candidatura ao Serviço de Voluntariado da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Gaia.*


(O Serviço de Voluntariado da Misericórdia de Gaia reserva-se ao direito de excluir candidaturas que não se revelem adequadas para o efeito.)


Condições e Regras de funcionamento do Voluntariado



Condições para o Exercício do Voluntariado

  1. Ter reconhecida idoneidade moral e humana.
  2. Ser discreto e ter motivação e espírito de serviço.
  3. Ser assíduo e pontual.
  4. Saber até onde lhe compete ir, recusando-se intervir para além da função que lhe foi destinada.
  5. Saber ouvir, falar apenas no momento oportuno e guardar sigilo. Saber respeitar o silêncio do utente, deixando que seja sempre ele a orientar a conversa.
  6. Não se servir do voluntariado para suprir carências afetivas ou procurar compensações pessoais.
  7. Não ser familiar de utentes ou de colaboradores do equipamento onde vai ser voluntário.

Normas de Conduta

  1. No desempenho das suas tarefas, o Voluntário deve:
    a) Respeitar as normas e horários do equipamento onde prestar a sua colaboração, bem como as que forem determinadas pelo Serviço de Voluntariado;
    b) Cumprir o horário estipulado, devendo avisar com antecedência o responsável do Equipamento sempre que não o possa cumprir;
    c) Assinar sempre o registo de presença, de modo a permitir a quantificação e avaliação anual do trabalho de voluntariado desenvolvido;
    d) Cumprir a sua tarefa de forma disciplinada, com regularidade e dedicação;
    e) Guardar sigilo sobre assuntos confidenciais;
    f) Procurar sempre orientações junto da Direção Técnica do Equipamento, antes de iniciar o seu serviço;
    g) Colaborar com os profissionais da Instituição sempre que solicitado, não podendo de modo algum, exercer funções próprias de postos de trabalho existentes;
    h) Respeitar as opções religiosas ou políticas das pessoas com quem se relacione no âmbito das suas tarefas como voluntário;
    i) Participar nas reuniões para que for convocado, comunicando sempre a sua ausência em caso de impedimento;
    j) Comunicar à Direção Técnica qualquer facto que possa beneficiar ou prejudicar o serviço;
    k) Não ocultar à Direção Técnica qualquer incidente ocorrido no serviço;
    l) Respeitar os demais colegas voluntários, fomentando o trabalho em equipa, de forma organizada, tendo como único objetivo o bem-estar do utente;
    m) Apresentar-se de forma simples, sem ostentações, devidamente fardado e identificado.
  2. No desempenho das suas tarefas, o Voluntário não deve:
    a) Revelar o que esteja sob sigilo profissional e de voluntariado;
    b) Comentar, dentro ou fora do estabelecimento, o funcionamento interno dos serviços;
    c) Revelar/divulgar informação que um utente, numa atitude de confiança, lhe confidenciar;
    d) Forçar o utente a falar da sua vida particular, ou forçá-lo a conversar se não for esse o seu desejo;
    e) Apresentar posturas indelicadas, usar termos impróprios ou comentários inoportunos, tanto com os utentes ou seus familiares, como com os colaboradores da instituição;
    f) Fornecer qualquer tipo de alimento, bebida, tabaco, medicamento, ou outro tipo de substância, nem mesmo dinheiro, aos utentes sem autorização;
    g) Aconselhar a toma de medicamentos ou desaconselhar medicação prescrita pelo médico;
    h) Subir /descer camas, ligar/desligar aparelhos, sem autorização;
    i) Criar polémicas entre profissionais, utentes ou visitantes, lembrando-se que deve ter uma posição neutra, imparcial;
    j) Manifestar qualquer tipo de ação discricionária em relação aos utentes;
    k) Realizar nas instalações do equipamento qualquer ato de comércio com utentes, colaboradores, visitantes ou voluntários;
    l) Fazer-se substituir por outro voluntário sem prévia autorização.
  3. Para salvaguarda do direito pela privacidade e intimidade dos utentes, não é permitido ao voluntário a captação de imagens dos utentes e das instalações do equipamento, em fotografia e/ou vídeo.